Aplicação do inseticida "DDT"

Como tudo começou! DDT aplicação de inseticida

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DDT aplicação de inseticida KS em São Paulo

DedetizaçãoQuando começaram a surgir os primeiros problemas com pragas urbanas, o inseticida mais empregado para fim de controle de insetos era o DDT, daí originou as palavra dedetização, que significa a aplicação do inseticida DDT.
Assim a pessoa que fazia este trabalho era o dedetizador, que na grande maioria das vezes, era um profissional com pouca ou nenhuma qualificação e também era praticamente desprovido de qualquer conhecimento técnico, tanto do produto que usava como da ecologia da praga que objetivava erradicar. Desta forma este “profissional” simplesmente aspergia grandes quantidades do agente químico no ambiente a ser tratado, sem se preocupar com os efeitos deletérios desta operação.
Na verdade, só o que importava era o extermínio dos insetos, não se considerava mais nada além da aplicação do inseticida, como se as grandes quantidades destes agentes depositadas nos ambientes compensassem, fatores que favoreciam o desenvolvimento e a proliferação das pragas, como por exemplo, falhas construtivas, acúmulo de lixo no local ou no entorno, más condições ou completa falta de higiene, etc.
Com o tempo houve a profissionalização desta atividade com ela começaram a haver mais preocupações com o meio ambiente e com a saúde das pessoas. Paralelo a isto foram surgindo novos produtos desinfestante, menos tóxicos e mais seguro.
Embora hoje esta seja uma atividade profissional regulamentada pelo ministério da saúde, com legislações e normas próprias, o controlador de pragas muitas vezes é tido somente como a pessoa que vai a um determinado local para “venenos” para exterminar insetos ou outros animais indesejáveis. Este conceito está errado precisa ser mudado.
O controle profissionais de pragas, quando feito por empresas especializadas, as quais, constantemente, aprimoraram seus conhecimentos e modernizaram suas técnicas é completamente diferente das “dedetizações” convencionais que adotam uma espécie de “procedimento padrão” para todos os casos, ou seja, um agente químico – geralmente o mais agressivo – aplicado indiscriminadamente em todos os ambientes, sem as devidas preocupações com insalubridade deste ato.
Nas empresas que adotam os conceitos modernos para o controle de pragas, aplicação de inseticidas é somente um dos componentes do processo. Antes de especificar um tratamento para um determinado local, o profissional controlador de pragas considera uma série de variáveis, que embora pareçam óbvias, são relegadas pelas dedetizadoras. Estas variáveis são: se o ambiente é comercial ou residencial; que tipo de pessoas frequenta o local, qual a condição de conservação do imóvel, se há locais propícios ao abrigo ou alimentos para as pragas, se há formas de acesso das pragas para interior das edificações, como é o entorno do imóvel, etc.

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Desta forma o emprego de agentes químicos é feito com critério e segurança, onde cada ambiente é tratado de acordo com sua necessidade, como produto específico àquela praga-alvo e com a menor dose possível deste agente.
Portanto, ao se contratar uma empresa para se fazer a erradicação de alguma praga, é importante que o contratante tenha em mente; “que tipo de produto irão aplicar e quais suas consequências à saúde da população daquele ambiente”.
Como dissemos, o controle de pragas urbanas é uma atividade regulamentada pelo ministério da saúde e, só pode ser feito por empresas especializadas, que empreguem técnicas e produtos devidamente licenciados e liberados para este fim.
Quando um ambiente é infestado, este requer medidas de saneamento para erradicação das pragas, o que pressupõe, inclusive, o emprego de agentes químico desinfestantes, os quais são tóxicos ao homem e podem oferecer riscos ao meio ambiente se não forem empregados corretamente.
Pela simplicidade e facilidade, o emprego de indiscriminado de praguicidas, tem se tornado cada vez mais comum. Além de limitado e pouco eficaz, esta prática pode causar sérios problemas a saúde e ao meio ambiente. Não são raros os casos de contaminação de alimentos, ambientes, danos ambientais, intoxicação de pessoas e animais domésticos por praguicidas, quando aplicados de forma errada ou por pessoas não qualificadas.
No conceito moderno de manejo de pragas, para proteção dos ambientes deve se utilizar diferentes métodos e técnicas, priorizando ações de saneamento e manejo físico, as quais precedem o emprego dos praguicidas.
O conjunto de medidas para manejo das pragas a serem implementadas são interativas e complementares, onde cada uma tem um papel importante e decisivo para o sucesso do controle das infestações e visam manter as edificações livres destes organismos, através ações curativas, associadas às de controles preventivos e corretivos, interferindo no ambiente, tornando-o o mais impróprio possível ao acesso, abrigo, propagação e proliferação das pragas.
O manejo integrado de pragas - mip é conceito moderno que envolve o emprego de técnicas de avaliação ambiental, intervenções e melhorias nas edificações, controles físicos e, por último, a aplicação de desinfetantes domissanitários. Todos estes procedimentos são conduzidos por técnicos altamente especializados, e partem da premissa de que todos os ambientes são diferentes entre si, e, portanto, cada local onde será feito o manejo, obrigatoriamente, terá um protocolo próprio, ajustado e adequado ao seu perfil, considerando todas as suas particularidades e peculiaridades, tendo ainda, em vista, a eliminação dos riscos de contaminação dos ambientes e a não exposição de pessoas aos agentes químicos.

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